terça-feira, 2 de agosto de 2011

SEMANA DA AMAMENTAÇÃO!!!!!!!!!!!

A IMPORTANCIA DO BRINCAR

Brincar é umas das melhores formas de estimular o desenvolvimento e o potencial de uma criança.
É através da brincadeira que a criança externaliza suas fantasias, experiências e sentimentos. Ela pode aprender muito mais do que imaginamos quando o faz.


QUAL BRINQUEDO USAR?

0 a 5 meses-
Chocalhos, brinquedos musicais, mordedores, brinquedos de berço, móbiles, livrinhos de pano ou plástico, bolas com texturas diferentes para serem agarradas com as duas mãos.


6 meses a 1 ano- Brinquedos flutuantes (patinhos de borracha que bóiam na água), cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações, caixas ou brinquedos que se encaixam uns dentro dos outros, argolas empilháveis, brinquedos para martelar, empilhar e desmontar, brinquedos eletrônicos de aprendizado, mesa pequena com cadeirinhas na altura em que a criança possa alcançar os pés corretamente no chão, telefone de brinquedo, espelhos, brinquedos que emitem sons por meio de botões de apertar, girar ou empurrar.


1 a 2 anos
-Brinquedos de variadas texturas (estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato), bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, livros e álbuns de fotografia com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos, brinquedos de empurrar ou puxar, brinquedos de montar e desmontar. Os brinquedos devem ter cores vivas e não podem ser tóxicos.


2 a 3 anos
- Bolas, muitos blocos de brinquedos para empilhá-los e colocá-los dentro de caixas, brinquedos de encaixar e desmontar, brinquedos musicais, carrinhos, bonecas, cavalinho de balanço, brinquedos para praia ou piscina, brinquedos de equilibrar um em cima do outro. Nesta idade deve-se ensinar a criança a organizar e recolher os brinquedos.


3 a 4 anos- Triciclo, carrinho grande de puxar, aviões, trenzinhos, brinquedos infláveis, bolhas de sabão, caixas de areia com pás e cubos, cabaninhas, casas de bonecas, ferramentas de brinquedos, massinha de modelar, objetos domésticos, fantasias, máscaras, fantoches, instrumentos musicais de brinquedo como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores, brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de formas e tamanhos variados, jogos e quebra-cabeças simples, lápis de cor e papel para desenhar (círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir), livros com diferentes ilustrações e histórias alegres.


4 a 6 anos- Esta é a fase do mundo imaginário, sua criatividade está se desenvolvendo. Os brinquedo nesta fase devem auxiliar a criança a entrar no mundo da fantasia, por exemplo: dinheirinho de brinquedo, caixa registradora, casas de boneca com móveis, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas com animais, materiais de papelaria, postos de gasolina, meios de transporte (caminhões, automóveis e pistas, motos, aviões, trens elétricos, barcos e tratores), instrumentos musicais e eletrônicos, jogos. Nesta idade, a criança começa a sentir o que chamamos de medos infantis, como o medo do escuro, as bruxas, o bicho papão e outras coisas feias que impedem que a criança durma, desta forma recomendamos uma boneca ou um ursinho de pelúcia, que tem a função de ajudar as crianças a superarem esta fase.



acima de 6 anosJogos de tabuleiro, bolinhas de gude, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos, bicicletas, patins, skate, jogos eletrônicos, de memória, videogames, patinetes, futebol de botão, laptops, brinquedos colecionáveis, chaveiros, brinquedos eletrônicos, jogos de cartas, kits, pistas de carrinhos, quebra- cabeças.



domingo, 19 de junho de 2011

DRGE - Doença do Refluxo Gastro Esofágico



Sensação de queimor no estômago, regurgitação e outros sintomas relacionados muitas vezes à gastrite, podem enganar o paciente sobre uma doença crônica, presente em cerca de 40% da população, conhecida por Doença do Refluxo Gastro-esofágico. Seu aparecimento, em geral, se dá através de hábitos alimentares incorretos, obesidade e ingestão de alimentos hipercalóricos.

Apesar de ser silenciosa, as complicações causadas pela Doença do Refluxo está intimamente ligada ao câncer de esôfago, além de outras inflamações na região, como sangramento gastrointestinal, anemia e perda de peso.
Muitas pessoas confundem essa doença com outras, apenas cerca de 20% dos pacientes procuram um médico. “A maioria se automedica com efervescentes e ácido acetilsalicílico (AAS), que podem causar gastrite”, diz.Os jovens são os mais sintomáticos, no entanto, é possível que, no decorrer da vida, não haja manifestação de nenhum sintoma. “A descoberta da doença pode vir aos 40, 50 anos, quando a pessoa já apresentar lesões esofágicas”,como por exemplo a disfagia (dificuldade de deglutição).  
refluxo do suco gástrico pode chegar até a cavidade oral e provocar alterações dentárias e gosto ruim, mas pode também subir pelo esôfago e comprometer a laringe e os pulmões.Outra alteração causada pelo refluxo gastroesofágico, está relacionada com a saúde vocal, onde podem surgir alterações vocais importantes, como rouquidão,tosse crônica que lesam as pregas vocais, entre outros. Por isso a importância de uma atuação fonoterápica nos indivíduos afetados pelo refluxo.



Fatores que podem contribuir para diminuir a tensão do esfincter inferior do esôfago e facilitar o refluxo

  • Café, álcool, suplementos de cálcio e quantidade excessiva de suplementos de Vitamina C são estimulantes de secreção de ácido gástrico, então evitá-los ajudará. Além disso, o tabagismo, a obesidade e a ingestão crônica de antiinflamatórios.
  • Alimentos ricos em gordura e o fumo reduzem a eficiência do esfíncter inferior do esôfago.
  • Ingerir refeições mais freqüentes durante o dia, porém de volume menor, reduz o risco de refluxo gastroesofágico, uma vez que significa menos quantidade de alimentos no estômago.
  • Gravidez
  • Hérnia do hiato, apesar de ser controversa a importância da hérnia na DRGE. A hérnia do hiato observa-se na maior parte das pessoas depois de 50 anos de idade e não causa qualquer sintoma. Porém, há estudos que provam que em alguns casos a hérnia do hiato agrava os sintomas da DRGE.
  • Alguns medicamentos que diminuem a pressão do esfíncter inferior ou diminuem o movimentos propulsivos.
 


O que evitar

  • Evite comer até duas horas antes do horário de dormir
  • Evite refrigerantes com cafeína, chocolate e hortelã
  • Evite comidas apimentadas
  • Evite alimentos ácidos, como laranja, limão, abacaxi
  • Evite vegetais crucíferos, como cebola, repolho, brócolis, etc.
  • Evite frituras e comida gordurosa.
  • Evite leite, exceto o livre de gordura
  • Evite usar roupas apertadas, pois aumentam a pressão no abdômen
  • Evite o uso de álcool
  • Evite o uso contínuo de antiinflamatórios
  • Evite o uso de tabaco

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dislalia - parte 2

Issler (1996) classificou as “dislalias” em: fonéticas e fonológicas. As dislalias
fonéticas estariam relacionadas à realização articulatória e seus processos
fisiológicos. Enquanto as dislalias fonológicas seriam as de caráter cognitivolingüístico
e seus processos no estabelecimento de um sistema de sons fonêmicos e
na forma apropriada de usá-los dentro de um contexto.
“Dislalia”, termo bastante utilizado até meados dos anos 90 para denominar
desvio fonológico, era definida como um distúrbio da palavra falada, podendo ser de
origem orgânica (fissuras, macroglossia, microglossia, freios da língua e lábios,
arcada dentária com prognatismo ou retrognatismo e palato ogival) ou funcional
(falha na musculatura da língua, lábios, bochechas e palato mole na fonação e
deglutição), ou ambas (Caraciki, 1983).
Para Garcia (1994), dislalia é a fase do desenvolvimento da linguagem infantil
na qual a criança não é capaz de repetir as palavras que escuta, nem de formar
estereótipos acústico-articulatórios. É um distúrbio que persiste após os quatro ou
cinco anos de idade.
Ingram (1976) caracterizou as desordens de fala como uma dificuldade em
estabelecer, de forma adequada, o sistema fonológico padrão da comunidade
lingüística da criança, descaracterizando, dessa maneira, o pressuposto de ser um
“distúrbio articulatório” de ordem puramente motora.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Afasia

 Conhecendo melhor a Afasia

A Afasia é a perturbação da linguagem que resulta de uma lesão cerebral localizada nas estruturas que se supõe estarem envolvidas no processamento da linguagem e caracteriza-se pela total ou parcial incapacidade para descodificar códigos linguísticos, sob a forma escrita ou oral.

A afasia não é uma doença. É antes um sintoma da existência de lesões cerebrais. A Afasia é causada por Acidentes vasculares cerebrais, traumatismos cranianos e encefálicos, tumores cerebrais, infecções e processos degenerativos, aneurismas cerebrais. A afasia é frequentemente considerada, ainda que erradamente, como resultado de confusão ou de perturbações mentais.

Tratamento - O tratamento da afasia é feito pela estimulação da linguagem e é planejado especificamente para cada caso. Conhecendo as condições exatas em que se encontra o paciente, o terapeuta irá construir pontes entre as habilidades que permaneceram e as que foram perdidas, valendo-se da plasticidade do sistema nervoso central. A plasticidade neuronal permite estabelecer novas ligações entre os neurônios.No tratamento da afasia, a estimulação controlada, auditiva e visual, tem por objetivo ajudar a pessoa a construir cadeias para ultrapassar os déficits provocados pela lesão, de modo a tornar as palavras novamente disponíveis.

Recomendação -
* é sempre possível melhorar a afasia, embora o nível dos resultados possa depender de alguns fatores como extensão da lesão, motivação e idade do doente e de suas condições gerais de saúde. * o portador de afasia deve ser estimulado para fazer um tratamento que o ajude a reabilitar as capacidades comprometidas, sejam elas de fala, escrita ou compreensão.
* Independente do grau ou tipo de afasia existente o tratamento e a reeducação das funções da fala e da linguagem são sempre válidos e devem ser iniciados o mais rápido possível, melhorando assim o prognóstico.
* A família tem papel fundamental na estimulação e recuperação da comunicação do afásico.

Desenvolvimento Infantil



Mostramos abaixo um resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida.
As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.
0 a 3 meses

No primeiro mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com barulho inesperado.
Passa boa parte do tempo dormindo.
Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto ou alguém se estiver bem próximo a ele.
No 2º ao 3º mês, o bebê já começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece os pais.
Abre e fecha as mãos, leva-as à boca e suga os dedos.
Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar objetos suspensos.
Desenvolve um tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta, como por exemplo, o constante e agudo.

Com brincadeiras e músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas, braços, sorri e dá gritinhos. Quando ouve a voz dos pais, o bebê vira a cabeça.
Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de vogal.
Nesta fase, é importante organizar a rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos os dias na mesma hora.
É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.
4 a 7 meses
Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer ver o que está acontecendo ao seu redor.
Rola de um lado para o outro.
Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de uma mão para outra e coloca-o na boca.
Apresenta equilíbrio quando colocado sentado. Ri quando algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da expressão facial.
Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas estranhas.
Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das pessoas ao seu redor Movimenta a cabeça na direção do som escutado.
Pára de chorar ao ouvir música.

Sorri quando quer atenção do adulto.
Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está explorando um brinquedo.
Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão.
8 a 11 meses
Engatinha e senta sem apoio.
Consegue ficar em pé com apoio.
Aponta para objetos ou pessoas.
Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar Demonstrar raiva quando não é o centro das atenções.
Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.
Reclama quando é contrariado. Localiza a fonte sonora.
Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.
Começa a compreende o significado de alguns gestos.
Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.
Fase do treino com monossílabos do tipo: “ma-ma”, “da-da”, “ne-ne”.

1 a 2 anos
Anda sem apoio.
Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.
Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).
Gosta de rabiscar no papel.
Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo. Mostra senso de humor.
Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou quando é elogiado.
Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.
É possessivo. Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças. Reconhece o próprio nome.
A partir dos 18 meses começa a criar frases curtas.
A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo “nenê-papá, nenê-naná”, mas até o término do ano constrói frases de até três palavras como: “quer ver tevê”.
Esta é a fase das perguntas: “que é isso?”
Usa o próprio nome.
Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.
Apresenta atenção para histórias pequenas.
Ações que realiza Como Reage Como se comunica
2 a 3 anos Tira os sapatos.

Chuta bola sem perder o equilíbrio.
Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas.
Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas. Apresenta percepção de quem é.
Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.
Tenta impor suas vontades.
Prefere companhia para brincar.
Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo arrumar a mesa do jantar. As frases vão aumentando e surge o plural.
As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta.
Pergunta: “cadê”, “O que”, “onde”.
Fala de si mesma na 3a. pessoa.
Chama familiares próximos pelo nome.
3 a 4 anos
Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.
Gosta de desenhar.
Nesta fase já consegue segurar um lápis na posição correta.
Consegue pedalar. Brinca com as outras crianças.
Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo. Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.
Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.
É comum a troca do ‘”r” pelo “l”, a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.
Compreende os conceitos de igual e diferente.
É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.
Lembra e conta histórias.
4 a 5 anos
Consegue usar a tesoura, corta papel.
Maior domínio no uso de talheres.
Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento. Está mais sociável com as outras crianças.
Se sente grande perto das crianças menores.
Sente vontade de tomar as suas próprias decisões. Nesta fase o vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas palavras.
Expressa seus sentimentos e emprega verbos como “pensar” e “lembrar”.
Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre as sentenças, como por exemplo: “e então”, “porque”, “mas”, etc.
Gosta de inventar e contar as próprias histórias.
Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.
                                    
Fonte: Estimulando.com.br

sábado, 11 de junho de 2011

Dislalia

Dislalia


Até os quatro anos, os erros na linguagem são normais, mas depois dessa fase a criança pode ter problemas se continuar falando errado. A Dislalia, troca de fonemas (sons das letras), pode afetar também a escrita. Um caso clássico característico portador de dislalia são os personagens Cebolinha da Turma da Mônica o Hortelino Troca-Letras ("Elmer Fudd") do Looney Tunes, e Ming-Ming, do Super Fofos que sempre trocam o "R" (inicial e intervocálico) por "L", no caso de Hortelino, o "R" final também é afetado.

Dicas importantes para se evitar a instalação das trocas normais que ocorrem durante os quatro primeiros anos de vida:
1) repetir somente a palavra correta para que a criança não fixe a forma errada que acabou de pronunciar;
2) articular bem as palavras, fazendo com que as crianças percebam claramente todos os sons da palavra;
3) evitar criar constrangimentos ou chamar a atenção para o fato;
4) uma criança que apresenta problemas de audição freqüentes, como otites, requer maior atenção;
5) o ideal é que a criança faça uma avaliação fonoaudiológica antes de iniciar a alfabetização, além de exames auditivos e oftalmológicos.


Causas:
Algumas causas que provocam esse transtorno:
•    história de infecção congênita na família;
•    uso de drogas pela mãe;
•    falta de oxigênio no cérebro na hora do parto;
•    icterícia;
•    meningite;
•    imitação dos erros ou cacoetes de pessoas próximas;
•    alterações emocionais;
•    síndromes como a de Down, de Williams e a distrofia muscular progressiva de Duchene;
•    hidrocefalias;
•    neurofibromatose;
•    psicopatias;
•    ambiente familiar inadequado;
•    paralisia cerebral;
•    deficiência auditiva;
•    herança genética


Dificuldade na linguagem oral, que pode interferir no aprendizado da escrita. A criança omite, faz substituições, distorções ou acréscimos de sons. Eis alguns exemplos:
  • Omissão: não pronuncia sons - "omei" = "tomei";
  • Substituição: troca alguns sons por outros - "balata" = "barata";
  • Acréscimo: introduz mais um som - "Atelântico" = "Atlântico".




Recadinho para os Professores:

-Repetir somente a palavra correta para que a criança não fixe a forma errada que acabou de pronunciar.

- É importante que o professor articule bem as palavras, fazendo com que as crianças percebam claramente todos os fonemas.

Assim que perceber alterações na fala de um aluno, o professor deve evitar criar constrangimentos em sala de aula ou chamar a atenção para o fato. O recomendável é que não se espere muito tempo para avisar a família e procurar um fonoaudiólogo.

- Uma criança que falta às aulas regularmente por problemas de audição, como otites freqüentes, requer maior atenção.